Sai da minha aba...  escrito em segunda 09 junho 2008 15:03

Blog de magnoliasnajanela :Magnolias na Janela, Sai da minha aba...

É interessante como a gente esbarra nas coisas por aí não....ganhei uma boina da minha mãe semana passada, e fiquei pensando sobre a história dos chapéus.

A palavra CHAPÉU provém do latim antigo "cappa", "capucho" que significa peça usada para cobrir a cabeça.

As primeiras modalidades de proteção para cabeça surgiram por volta do ano 4.000 a.C. no antigo Egito, na Babilônia e na Grécia quando o uso de faixas na cabeça tinha a finalidade de prender e proteger o cabelo. A faixa estreita colocada em torno da copa dos chapéus da atualidade (a fita ou bandana) é um remanescente desse primeiro tipo de proteção para a cabeça.

Mais tarde originaram-se os turbantes, as tiaras e as coroas, usadas por nobres, sacerdotes e guerreiros como símbolo de status social. Como sinal de distinção social ou profissional permanecem até hoje os chapéus específicos destinados a pessoas que ocupam determinadas atividades (soldados, marinheiros, eclesiásticos, etc.).

O primeiro chapéu efetivamente usado foi o "PÉTASO" por volta do ano 2.000 a.C.. Tratava-se de um chapéu dotado de copa baixa e abas largas que os gregos faziam uso em suas viagens como uma forma de proteção. Era um tipo prático, ajustável, podendo ser retirado com facilidade, tendo perdurado na Europa por toda a Idade Média (de 476 a 1453).

Na Antiga Roma (por volta do ano 1.000 a.C.), os escravos eram proibidos de usar chapéus. Quando eram libertados passavam a adotar uma espécie de chapéu semelhante ao barrete (boné em forma de cone, com a ponta caída para um lado), em sinal de liberdade. Este tipo foi revivido durante a Revolução Francesa (final do século XVIII), chamado de "bonnet rouge" e se tornou um símbolo do partido republicano durante a República. Outro tipo bastante parecido com o barrete foi o capuz, unido ou não a um manto, amplamente usado na Idade Média.

CHAPÉUS MASCULINOS

Depois da Renascença (século XIV-XVI), os chapéus masculinos adquiriram diversos formatos, sendo ricamente enfeitados, e usados pelos homens poderosos. Data desta época o aparecimento das boinas, na Itália, constituídas de uma peça circular de tecido franzido nas laterais, contendo uma faixa por onde passava um cordão ajustável. Alguns chapéus masculinos ainda guardam certa influência, sendo dotados de pequenos laços em seu interior destinados a ajustar seu tamanho. Outros tipos vieram a seguir, sendo um dos mais marcantes o chapéu de abas largas, enfeitado por peles, ou plumas de avestruz trazidos da América.

O uso dos cabelos compridos em cachos (moda posta em vigor no reinado de Luiz XIV, na França, que usava longos cabelos cacheados, e imitdado por seus cortesãos que começaram a usar também perucas de cabelos naturais), fez com que se começasse a dobrar as abas dos chapéus, primeiramente de um lado, depois dos dois, aparecendo um seguida, o tipo "Tricórnio" - com duas dobras laterais e uma dobra na parte traseira – este hábito durou mais de um século.

Durante a Revolução Francesa (1789-1799), quando as vestimentas foram influenciadas de modo a torná-las mais simples, surgiram os chapéus de copa alta de formato côncavo, que se desenvolveram até darem origem às Cartolas.

Em 1900, o Chapéu Côco feito de feltro de lã e/ou pêlo era o mais popular, aparecendo alguns anos depois os chapéus de palha, os do tipo marinheiro, etc., sendo que a grande maioria dos modelos se originou no Reino Unido.

CHAPÉUS FEMININOS

Os chapéus femininos evoluíram de forma diferente.

Na Idade Média (476-1453), as imposições religiosas obrigavam as mulheres a cobrir completamente os cabelos. O abrigo mais simples era constituído por uma peça de linho, caída sobre os ombros ou abaixo deles. Os véus de noiva e as mantilhas das espanholas são sobrevivência da moda desse tempo. No século XIII, costumava-se prender a este véu, duas faixas: uma sobre o queixo e outra sobre a testa, de modo semelhante ao hábito que as freiras ainda conservam.

No final da Idade Média, era hábito das mulheres colocar uma armação de arame com formatos de coração, borboleta, etc sob a peça de tecido tornando-os extravagantes. Os cabelos eram penteados para trás, escondidos, e, se cresciam na testa, eram raspados para que o chapéu fosse a atração principal. Em 1500 começa-se a usar os capuzes enfeitados com jóias e bordados.

Muitos outros tipos surgiram até o final do século XVIII, quando apareceram as primeiras Chapelarias (lojas onde se comercializam chapéus), que utilizavam em seus chapéus materiais como a palha, o feltro, tecidos, enfeites variados e elaborados de forma a combinar com os penteados altamente sofisticados da época.

Após a Revolução Francesa (1800), surgiram os gorros com abas largas, dotados de uma fita ou faixa que dava um nó abaixo do queixo. Confeccionados com materiais diversos (peles, cetim, veludo, feltro para o inverno e palha e tecidos finos para o verão) eram enfeitados com plumas e outros tipos de adornos.

Em 1860, esses gorros foram substituídos por chapéus de tecido e/ou outros materiais que eram presos à cabeça com alfinetes ou grampos, vindo esse tipo a se tornar muito popular na época.

No início do século XX os volumosos penteados da época originaram chapéus de grandes dimensões, que cobriam os penteados.

MODELOS MODERNOS

Nas primeiras décadas do século XX, os chapéus masculinos em suas formas e estilos, alteraram-se pouco em oposição aos chapéus femininos, que conheceram diversos tipos, com freqüentes variações, até mesmo segundo as estações do ano.

Depois da década de 30 e até hoje, os chapéus passaram a ser encarados como um acessório de vestimenta e proteção.

Nos países tropicais, o uso dos chapéus tem função protetora contra o sol e contra as intempéries. Nos países e climas frios, o chapéu tem uso mais freqüente sobretudo como proteção do vento e temperaturas baixas.

O chapéu é também um acessório importante de vestimenta para caracterizar personalidade de uma determinada pessoa através de suas diferentes formas, materiais e cores.

Falando em personalidade, a Rainha da Inglaterra que o diga...afinal, ela deve ser uma das maiores consumidoras de chapéus do mundo. A cada aparição pública da rainha pode-se conhecer um novo modelo de sua extensa coleção.......não sei definir se seus chapéus são um lluxo ou o cúmulo do brega.......

Atualmente o chapéu entrou novamente em cena, obviamente não tão pomposos quanto os da Rainha, mas igualmente cheios de personalidade e dos mais variados modelos!

 

Bibliografia: Chapéus Rio Branco

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A mente do artista  escrito em sexta 06 junho 2008 18:56

Blog de magnoliasnajanela :Magnolias na Janela, A mente do artista

 Incrivel como nos dias de hoje não para mos para apreciar oque é belo....

Muito interessante essa concepção de belo....esta semana tive a oportunidade  de apreciar  algumas maravilhosas obras de Gustav Klimt, e decidi  por bem  comentar a respeito do artista.

Filho de uma família pobre, Gustav Klimt iniciou aos 14 anos seus estudos na Escola de Artes e Ofícios.
Em 1880, abriu com o irmão Ernst um ateliê de painéis decorativos. Realizou seus primeiros trabalhos no Teatro de Karlsbad e no Gurgtheater, numa época em que a arte floral começava a entrar em cena na Europa.



Klimt foi contratado para pintar a escadaria do Museu Histórico de Arte de Viena em 1891. Nessas pinturas, pôde dar uma contribuição pessoal ao estilo decorativo em voga.

No ano seguinte, com a morte do irmão, Klimt desfez-se do ateliê e inscreveu-se na Sociedade dos Artistas Vienenses. Como dissidência dessa sociedade, fundou em 1897 o grupo Secessão. O grupo editava também a revista "Ver Sacrum", para a qual Klimt realizou diversas ilustrações.

Em 1898, o Secessão realizou sua primeira mostra. Com a renda da exposição, Klimt e seu grupo construíram uma sede para o movimento, chamada de "Palácio da Secessão", com projeto de Joseph Olbrich.

Klimt deixou o Secessão em 1905 para unir-se aos pintores austríacos Egon Schiele e Oskar Kokoschka. Realizou várias viagens pela Europa e desenvolveu uma pintura muito própria - ornamental, linear e feminina.

Aclamado pela sociedade vienense, o artista pintou uma série de retratos de mulheres, entre os quais o retrato de Emilie Flöger, modelo com quem teve um envolvimento. Em seus últimos anos, dedicou-se a paisagens e cenas alegóricas, muitas delas inspiradas pelo pequeno castelo que adquiriu perto do lago Atter.

Em 1910, participou da Bienal de Veneza e no ano seguinte recebeu o primeiro prêmio na Exposição Internacional de Roma. Gustave Klimt morreu em 1918, vítima de um ataque de apoplexia.


Foi feito até mesmo um filme contando a vida do artista.

O cineasta Raoul Ruiz dirigiu o filme "Klimt", com John Malkovitch no papel de Gustav Klimt e Verônica Ferres no papel de sua modelo predileta, Emilie Flöge. O propósito do filme foi retratar a vida do artista cuja pintura sexual e exuberante simboliza o estilo art nouveau da virada do século 19 para o século 20.

Com certeza uma ótima inspiração e fonte de informação.

 

Fonte bibliografica: http://educacao.uol.com.br

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Juntos para o Oeste!!!!  escrito em quarta 14 maio 2008 18:50


"Vá para o oeste" - Go West
(Pet Shop Boys)
(Juntos) Nós seguiremos nosso caminho
(Juntos) Nós partiremos algum dia
(Juntos) Sua mão na minha mão
(Juntos) Nós traçaremos nosso plano

(Juntos) Nós iremos voar bem alto
(Juntos) Diremos adeus a todos os nossos amigos
(Juntos) Nós começaremos do zero
(Juntos) Isto é o que nós faremos:
(Vá para o oeste) Lá a vida é cheia de paz
(Vá para o oeste) A céu aberto
(Vá para o oeste) Onde o céu é azul
(Vá para o oeste) Isso é o que nós faremos:
(Juntos) Nós amaremos a praia
(Juntos) Nós aprenderemos e ensinaremos
(Juntos) Mudaremos nosso ritmo de vida
(Juntos) Nós trabalharemos e teremos sucesso

(Eu amo você) Eu sei que você me ama,
(Eu quero você) Como eu poderia discordar?
(E é por isso que) Eu não protesto
(E você diz) você fará o resto

(Vá para o oeste) Lá a vida é cheia de paz
(Vá para o oeste) A céu aberto
(Vá para o oeste) Baby, você e eu
(Vá para o oeste) Esse é nosso destino
(Vá para o oeste) Verão ou inverno
(Vá para o oeste) Nós ficaremos bem
(Vá para o oeste) Onde o céu é azul
(Vá para o oeste) Isso é o que nós faremos:

Lá, onde o ar é livre
Nós seremos (nós seremos) o que quisermos ser
Agora, se nós persistirmos
Nós encontraremos (nós encontraremos) nossa terra prometida!
(Eu sei que) Existem muitos caminhos
(Para viver lá) No sol ou na sombra
(Juntos) Nós encontraremos o lugar
(Para nos assentarmos) Onde existe muito espaço

(Não olhe para trás) e o lugar lá atrás no leste
(Lutando) Lutando apenas para banquetear
(E Nós ficaremos) Prontos para sermos dois
(Então é isso que) Nós vamos fazer
(oh, o que nós faremos é...)

(Lá a vida é cheia de paz) Vá para o oeste
(A céu aberto) Vá para o oeste
(Baby, você e eu) Vá para o oeste
(Esse é nosso destino) Vamos, vamos, vamos, vamos***********

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É....quem já naum pensou em largar tudo e sair correndo? Vou morar na praia, e vivo de artesanato!!!!!! É tanta coisa na nossa vida....família, namorado, escola, trabalho, vestibular,
busão lotado, idoso mal educado..... Enfim....eu poderia citar uma biblía de coisas que mais me irritam ou me
deixam achando as pessoas umas sacanas.... Vamos para o Oeste!!!!!!!!! viver felizes, nús e livres! (hehehehehehehe) Acho que nenhum de nós ia sobreviver sem civilização por muito tempo.... Bom, fica aqui a questão;.............. porque eu escrevi tudo isso mesmo????????? aff............
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